segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Balanço da Agefis no massacre de Capão Comprido

Agefis encerra desocupação em área pública de São Sebastião nesta sexta (15)


Ao todo, 70 edificações, seis bases e seis postes foram removidos desde terça (12) do loteamento irregular em Capão Comprido
Acabou, nesta sexta, 15 de janeiro de 2016,0a operação para retirar as construções irregulares em São Sebastião, no Núcleo Rural Capão Comprido. Apenas hoje, a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) removeu 47 edificações, duas bases instaladas irregularmente e seis postes de luz, concluindo os trabalhos. A agência informa que a operação foi pacífica.
O balanço das remoções incluiu 70 moradias, seis bases e os seis postes — duas edificações e seis bases a mais do que o previsto. De acordo com a Agefis, isso ocorreu porque elas foram construídas entre as notificações e as desocupações — um prazo de 15 dias.
Os trabalhos tiveram início na terça (12) com a retirada de três portas e janelas de uma moradia. Na quarta (13), foram 14 edificações e duas bases; seguido por 19 moradias e duas bases na quinta (15).
Grilagem
De acordo com a Agefis, os barracos começaram a ser erguidos no primeiro semestre de 2015. O local é fruto de loteamento feito por grileiros e fica próximo de onde ocorre a encenação da via-sacra na região. Segundo o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), a área é de risco, e o solo, propício a erosões.
Cento e sessenta e três servidores da Agefis e de outros 13 órgãos do Executivo participam da ação desta sexta-feira: a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, a Companhia Energética de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, o Corpo de Bombeiros, o Departamento de Estradas de Rodagem, o Departamento de Trânsito do DF, o Ibram e as Polícia Civil e Polícia Militar.
Também estiveram na operação as Secretarias da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; a de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude; a do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos; e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU).
No ano passado, o governo de Brasília promoveu desocupações no Sol Nascente, em Ceilândia; em Vicente Pires e na orla do Lago Paranoá.
Fonte: Agência Brasília

Governador ROLOberg manda derrubar mais de mil casas em Capão Comprido, comunidade consolidade de São Sebastião


A Primeira etapa das derrubadas de casas em Capão Comprido a mando do marginal (que vive as margens da SOCIEDADE) governador e IMPERADOR do DF, o sr. Rolemberg, foi marcado por colocar no chão 68 casas humildes, somente ficando de pé a igreja Assembleia de Deus próximo a BR, pois o advogado conseguiu uma Liminar antes que a igreja fosse demolida, mas segundo o pastor lider da igreja, o prejuízo foi orçado em 30 mil, somente da igreja, pois todo telhado, fiação janelas e porta já havia sido retirado. Veja o vídeo de oito minutos da Rádio Cidade de São Sebastião:

https://www.youtube.com/watch?v=UluPIbpCLFU

A segunda etapa da derrubada em Capão Comprido será atras do morro que houve o primeiro Massacre,onde a comunidade está se reunião para fazer o enfrentamento.

https://www.youtube.com/watch?v=wrgEH5uv7PY

Em Brasília a Comunidade sol nascente REAJE, veja:

Os atuais e os antigo MARGINAIS institucionalizados nada fazem>

Liliane Roriz retira projeto de lei de sua autoria que obrigava os fiscais a notificar o proprietário construtor, para satisfazer a vontade do Imperador Rollemberg


Policial Cai de casa em Capão Comprido e povo vaia, veja:

https://www.youtube.com/watch?v=56zD2Td_Hew

domingo, 17 de janeiro de 2016

Conheça os vídeos e fotos das ações arbitrárias em Capão Comprido

Enquanto a corrupção é grande nos governantes em Brasília, sito, Terracap... o povo tem que sair para que o governador repasse as terras para as empresas que bancaram a campanha de Rolemberg. As construtoras adoraram ver a tristeza do Povo

O Povo reage na PAZ:



Como não temos governante para o povo e só para empreiteiras e para corrupção, nos resta clamar para...


Enquanto as crianças dormem o governo derruba moradias construídas a mais de ano:


E a P M - Pau Mandado faz o que se manda:


O Povo Filma:


A Policia Cai:


A Diretora da Agefi$ - Bruna Pinheiro - mora em área de preservação Ambiente, próximo de nascente, no LAgo sul, será que policia vai derrubar sua "casinha"?



 A brookfield que construir não é Governadoooorrrrr.


Agefis continua derrubadas de casas irregulares em São Sebastião

A operação, teve início ness terça (12) e deve seguir até sexta (15). Governo oferecerá auxílio para todos os desabrigados
A operação da Agência de Fiscalização (Agefis) para derrubar ao menos 68 casas de alvenaria na área do Capão Comprido, em São Sebastião, continua nesta quarta (13). A ação foi iniciada nessa terça (12) e deve seguir até sexta (15). A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estão local.
Durante a operação, um Policial Militar ficou ferido ao cair do alto de uma das casas. De acordo com a corporação, ele fraturou as duas pernas. 
Segundo a Agefis, as edificações foram erguidas no começo do ano passado e quase todas estão habitadas. A Secretaria de Desenvolvimento Social já esteve no local anterioramente e agora acompanha a derrubada. 
Um levantamento deve indicar as famílias que se enquadram nos critérios de programas habitacionais e viabilizar o cadastro para recebimento do benefício.O governo ainda oferece subsídio aos desabrigados para o retorno à terra natal das famílias, além de abrigo em albergues. 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

Agefis pretende remover 68 casas; no primeiro dia, apenas 3 foram afetadas.

13/01/2016 11h17 - Atualizado em 13/01/2016 11h43

Sob protestos, GDF retoma derrubada
em área invadida de São Sebastião

Agefis pretende remover 68 casas; no primeiro dia, apenas 3 foram afetadas.
GDF diz que região preocupa; moradores resistem em deixar lotes grilados.

Jéssica NascimentoDo G1 DF
O governo do Distrito Federal retomou, nesta quarta-feira (13), operação para a derrubada de 68 casas construídas em uma área pública invadida no Capão Comprido, em São Sebastião. As máquinas chegaram ao local por volta das 10h, mas o trabalho ainda não tinha começado de fato uma hora depois.
Pouco antes das 11h, policiais militares avançaram em direção aos moradores, que ocupavam área próxima à via principal e tentavam impedir o avanço das máquinas. Com spray de pimenta, a PM dispersou o grupo de manifestantes e liberou o acesso às casas alvo da operação (veja vídeo acima).
A Polícia Militar afirma que enviou 145 militares ao local para "dar apoio aos fiscais da Agefis", responsáveis pela desocupação. Ao G1, a PM informou que o uso do gás "foi necessário para dispersar a multidão, porque a negociação não surtiu efeito".
Moradores ocuparam a rua principal de acesso desde as primeiras horas da manhã, com faixas e placas de protesto contra a decisão do GDF. Pneus e sofás velhos foram amontoados na lateral da rua de terra, mas o policiamento na área não identificava nenhuma tentativa de atear fogo no material até as 11h.
Na terça (12), as equipes passaram boa parte do dia no local, mas conseguiram remover apenas três residências, parcialmente. Minutos depois do encerramento da operação, moradores já tinham iniciado obras de reconstrução das paredes destruídas (veja vídeo).
A Agefis diz que São Sebastião é a região mais preocupante para o governo, por conta do avanço das invasões nos últimos anos. Não há prazo para o término da operação no local.
Manicure Rose Silva, moradora da região sob risco de derrubada, com cartaz de protesto contra o GDF (Foto: Jéssica Nascimento/G1)Manicure Rose Silva, moradora da região sob risco de derrubada, com cartaz de protesto contra o GDF (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
Moradores em protesto
Por volta das 10h30, moradores da região fizeram um cordão de isolamento na via principal, na tentativa de evitar o avanço das máquinas. Até as 10h50, o trabalho de remoção das estruturas ainda não tinha começado de fato.
Minha casa ainda não foi derrubada. Espero que não façam nada. Tenho um marido e uma filha de dois meses para criar. O governo tem que parar de se preocupar em tirar a moradia do povo pobre e pensar em saúde e educação"
Rose Silva,
manicure
Segurando um cartaz de reclamação ao governo Rollemberg, a manicure Rose Silva, de 36 anos, conta que há dois meses comprou um lote em São Sebastião por R$ 27 mil. Ela diz que não sabia que a região era ilegal. A placa pedia que o GDF priorizasse ações na educação e na saúde.
"Minha casa ainda não foi derrubada. Espero que não façam nada. Tenho um marido e uma filha de dois meses para criar. O governo tem que parar de se preocupar em tirar a moradia do povo pobre e pensar em saúde e educação", disse.
'Pegos de surpresa'
A dona de casa Cíntia Ferreira de Santana, de 28 anos, se disse "indignada" com a operação e contestou a Agefis e o GDF. Segundo ela, não houve aviso sobre a ação.
"A ação foi arbitrária. Ficamos surpresos. Moro aqui há dois anos e meio, gastamos nosso dinheiro nessa construção, entende? Por que o governador não vem pessoalmente conhecer nossa situação? Se for derrubar por ser ilegal, que derrube todo São Sebastião", diz.
  •  
Moradora de área sob risco de derrubada em São Sebastião, no DF, dona de casa Cíntia Ferreira se trancou no imóvel (Foto: Jéssica Nascimento/G1)Moradora de área sob risco de derrubada em São Sebastião, no DF, dona de casa Cíntia Ferreira se trancou no imóvel (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
A moradora também diz que não tem para onde ir com o marido e o filho pequeno. "Vou ter que me infiltrar na casa de alguém porque o governo simplesmente derrubou a minha casa? Isso é uma injustiça."
Derrubadas sob análise
Em dezembro de 2015, o Ministério Público se posicionou contra a regularização de ocupações ilegais no DF. Na época, a Câmara Legislativa rejeitou um projeto de decreto legislativo que tentava suspender as derrubadas promovidas pelo Executivo.
Segundo a Agefis, desde o ano passado as operações de derrubada recuperaram mais de 1 milhão de metros quadrados de área pública. O órgão afirma que a região de São Sebastião tem grande potencial de crescimento e cresce a uma taxa de quase 100% ao ano.
Fonte: G1 - Globo DF



http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/01/sob-protestos-gdf-retoma-derrubada-em-area-invadida-de-sao-sebastiao.html

O TERROR VAI CONTINUAR. AGEFIS FAZ PLANO PARA DERRUBAR NA 26 DE SETEMBRO, MORRO DA CRUZ, CAPÃO COMPRIDO E VILA DO BOA

O início das operações de derrubadas de casas esta sob segredo. A Agencia de Fiscalização do Distrito Federal, Agefis, em sua primeira reunião do ano, definiu um calendário de derrubadas que será posta em prática a qualquer momento. A comunidade da 26 de Setembro onde vivem mais de 10 mil famílias seria o primeiro alvo. Na lista das derrubadas neste início do ano também estaria incluído a comunidade do Morro da Cruz, Capão Comprido e Vila do Boa na região de São Sebastião. Condomínios de Vicente Pires, Altiplano Leste e Sobradinho, além de 80 chacareiros no Guará também são alvos das derrubadas de casas, conforme anunciou uma fonte ao Radar.

Os três primeiros dias úteis de janeiro serviram de reuniões entre a presidente da Agefis, Bruna Pinheiro e alguns coordenadores do órgão com o governador Rodrigo Rollemberg. A ideia é colocar o mais rápido possível a retomada das derrubadas de casas neste mês de janeiro e fevereiro para aproveitar o recesso parlamentar.
Na avaliação feita pelo próprio governador que comemorou o resultado das operações de derrubadas de casas realizadas pela Agefis no final do ano passado, só não foi “melhor” devido a interferência de alguns deputados distritais no processo e porque o governo tinha o interesse de aprovar o pacote de medidas na Câmara Legislativa.
O maior obstáculo para cessar as ilegais operações de derrubadas foi também vencido por Rollemberg ao convencer a deputada Liliane Roriz a esquecer de vez o PDL 53/2015 de sua autoria que determina a suspensão de derrubadas de casas sem notificações. A filha de Roriz concordou.
Na última sessão do ano de 2015 da Câmara Legislativa, na presença de 600 moradores presentes ao plenário da Casa, coube a Chico Leite (Rede) a tarefa de fazer um relatório nas coxas e anunciar que o PDL era inconstitucional. O povo se sentiu enganado e traído pelos deputados que brincam com a desgraça dos outros. A deputada Liliane Roriz não deu uma só palavra durante os debates para defender o seu projeto. Parecia que tudo estava combinado.
O vazamento do plano de derrubadas de casas a ser retomado pela Agefis neste início de 2016 contra a 26 de Setembro colocou em sobressalto toda a comunidade. Cerca de dez mil moradores não sabem o que fazer para defender as suas moradias. Na 26 de Setembro, Por do Sol, Sol Nascente e Chácaras de Vicente Pires a ordem é derrubar tudo em nome da ocupação ilegal de áreas destinadas a equipamentos públicos como ocorreu na Chácara 200.
Mas por trás dessa falácia, conforme denúncias feitas pelos moradores, está o desejo do Governo de Brasília entregar as referidas áreas a construtora Brookfield Incorporações S.A que tem projetos imobiliários para toda a região. No pacote de destruição e terror viraram alvos as comunidades do Morro da Cruz, Capão Comprido e Vila do Boa.
Rodrigo Rollemberg robusteceu o orçamento da Agefis em R$ 50 milhões para serem usados nas demolições. Os moradores do setor de chácaras de Guará onde existem 86 chacareiros assentados por Juscelino Kubitschek também estão ameaçados de serem expulsos de suas casas sem qualquer direito. No local, o ganancioso Governo de Brasília vai construir arranha-céus em parceria com construtoras.
As ameaças de derrubadas contra o condomínio Bougainville continuam. No final do ano passado, a Agefis derrubou as casas da metade do condomínio implantado e em processo de regularização há mais de 20 anos. A Agefis espera apenas que o STF negue o pedido de um habeas-corpus preventivo impetrado pelos moradores com o objetivo de fazer cumprir observância fiel às disposições contidas no art. 5°, XI, da CF/88.
Durante as operações feitas no ano passado, os moradores foram humilhados e arrancados à força de dentro de suas casas às 7 horas da manhã sem mandado judicial pela polícia para em seguida ver as suas moradias destruídas pelos tratores de Agefis. Rollemberg tenta a todo custo tirar os antigos moradores para entregar a área a OAS e a J,C. Contijo que firmaram uma PPP com o GDF na gestão passada. Como contrapartida do governo, no lugar será erguido uma parte do  projeto Itaquari Etapa II, orçado em 36 bilhões de reais. As terras não pertencem a Terracap.
Como se vê, o governo de Brasília vai continuar tocando o terror contra as milhares de famílias que compram seus lotes de boa-fé e que construíram suas casas com a permissão do GDF. Nas operações de derrtubadas do ano passado, Rodrigo Rollemberg e Bruna Pinheiro comemoram o fato de ter humilhado e jogado ao relento cerca de 20 mil pessoas que ficaram sem suas casas em comunidades pobres como o Por do Sol e Sol Nascente em Ceilândia. O horror vai continuar.

Da Redação Radar

Fonte: Publicado no site Radar Condomínio em 06/01/2016 , consultada em 17/01/2016.


Audiência discutiu regularização do bairro Capão Comprido em São Sebastião

A Câmara Legislativa realizou em 23 de Outubro de 2015, audiência pública para debater alternativas que possam ser adotadas pelo governo para acelerar o processo de regularização fundiária do Capão Comprido. A audiência foi realizada na avenida principal do bairro, chácara n° 04, em São Sebastião. A iniciativa do debate com a população e autoridades é do deputado distrital Lira (PHS).


O parlamentar ouviu as demandas da comunidade. "Além de regularizar o Capão Comprido, quero trazer benfeitorias para todo o bairro. Por isso, vamos conversar com a população sobre luz, água, segurança, transporte público, entre outros assuntos de interesse da comunidade", afirmou o distrital.
Foram convidados para compor a mesa, representantes da Secretaria de Gestão do Território e Habitação do DF (Segeth), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Ibram), da CEB, da Caesb, do DFTrans, da Polícia Militar, e da Polícia Civil.

Fonte: Publicado no site da Câmara Legislativa do Distrito Federal em 22/10/2015 , consultada em 17/01/2016.